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GREVE GERAL: Carreiras de Estado presentes nos atos contra a reforma da Previdência "Estamos acompanhando um governo e um parlamento dispostos a causar grandes prejuízos aos trabalhadores, em especial aos do setor público”, disse o presidente do FONACATE, Rudinei Marques. Com informações: Ascom/FONACATE - Fotos:Ascom/SINAL e Ascom/FONACATE Publicado em 02/05/2017 às 17:18 | Atualizado em 02/05/2017 às 17:31

Atos realizados em todo o país na sexta-feira (28/4) reuniram milhares de pessoas, trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos, na luta contra as reformas da Previdência (Proposta de Emenda à Constituição – PEC 287/2016) e Trabalhista (Projeto de Lei – PL 6.787/2016).

 

Em Brasília, a manifestação ocorreu em frente ao Congresso Nacional. Na tenda do Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate) e da Pública – Central do Servidor foram realizados, durante todo o dia, diversos debates com especialistas e presidentes de entidades e centrais que apresentavam argumentos contra as propostas.

 Crianças também participaram da manifestação.

O presidente do Fonacate, Rudinei Marques, afirmou que “essas são as reformas mais duras e mais pesadas da história do nosso país. Subtraem direitos conquistados durante décadas de luta”.

 

Marques disse ainda que as entidades estão tentando dialogar com o governo há quatro meses. “Preparamos material técnico de alto nível, participamos das audiências públicas, visitamos o presidente da Comissão Especial da PEC 287/2016, deputado Carlos Marun (PMDB/MS), e relator Arthur Maia (PPS/BA) diversas vezes. E toda essa disposição para o debate e nossos argumentos não foram considerados.  Ao contrário, estamos acompanhando um governo e um parlamento dispostos a causar grandes prejuízos aos trabalhadores, em especial aos do setor público.”

 

Para o presidente do Fórum e as entidades afiliadas, dia 28 de abril ficou marcado como o “dia da virada”. “Com certeza hoje será o marco de uma das maiores greves da história do país. Estamos unidos para dizer que trabalhador brasileiro não aceita perder seus direitos para interesses bancários e dos grandes empresários. Hoje marcamos o começo de uma caminhada até a vitória. Nós vamos reverter essa avalanche que está desabando sobre as nossas cabeças. Para isso, vamos precisar de unidade e força. Continuaremos a luta. Não à reforma da Previdência. Não à reforma Trabalhista. Não à Terceirização”, finalizou Rudinei Marques.

 

Assista abaixo o vídeo do presidente do Fonacate avaliando a greve geral realizada dia 28 de abril de 2017:

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